El nudo que une el “en-signar” en el Observatorio Astronómico: el niño, el lugar y el monitor
DOI:
https://doi.org/10.15536/reducarmais.10.2026.4311Palabras clave:
Educación en astronomía, Educación no formal, Juego, Observatorio astronómicoResumen
Este ensayo teórico tiene como objetivo reflexionar sobre las tres voces que intervienen en la relación con el conocimiento de la astronomía en un espacio educativo no formal: el niño, el lugar y los mediadores de esta relación. Partimos de la noción fundamentada de niño e infancia, así como de su relación con el juego y lo lúdico en la enseñanza de la astronomía. Recorremos el camino del concepto de “lugar” relacionado con el observatorio y, permeando el concepto de autoridad, reflexionamos sobre el inicio del acercamiento con los educadores responsables del movimiento de mediación en los observatorios astronómicos. De este análisis surge el nudo que interconecta al niño, al monitor y al observatorio astronómico. Además, se evidencia la palabra que permea entre ellos, la relación transferencial, invisible e inconsciente. Aunque es la palabra la que se escapa en los conceptos, permanece en la inversión por el otro, como alguien que consigue (o que puede conseguir) plasmar en signos el conocimiento de la astronomía.
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