Por las aulas de las ciudades pequeñas: voces juveniles sobre la escuela y la educación
DOI:
https://doi.org/10.15536/reducarmais.10.2026.4322Palabras clave:
juventudes, jóvenes, ciudad pequeña, escuela, educaciónResumen
El artículo analiza las percepciones, experiencias y posicionamientos de estudiantes de Educación Media sobre la escuela, los docentes y las prácticas pedagógicas, el uso del teléfono celular en el ámbito escolar y la implementación del Nuevo Ensino Medio, a partir del marco teórico de las Geografías de las Juventudes. La investigación se desarrolló mediante un grupo focal realizado con estudiantes de una escuela pública de una ciudad pequeña del interior de Rio Grande do Sul, lo que permitió una escucha cualificada de las voces juveniles. Los resultados evidencian que la escuela es percibida de manera ambivalente, simultáneamente como un espacio de referencia y de tensiones, especialmente en lo que respecta a las metodologías de enseñanza. Los análisis señalan críticas a las permanencias pedagógicas, a la prohibición del uso del teléfono celular y a las fragilidades en la implementación del Nuevo Ensino Medio, sobre todo en relación con la formación docente y los itinerarios formativos. Se concluye que las juventudes producen lecturas críticas de la escuela como espacio vivido, reafirmando la importancia de la escucha juvenil en la reflexión sobre las prácticas educativas y las políticas públicas.
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