Botânica digital: a potencialidade dos acervos virtuais no ensino de botânica
DOI:
https://doi.org/10.15536/reducarmais.10.2026.4345Palavras-chave:
Educação, Herbários virtuais, Taxonomia vegetal, MaranhãoResumo
Este trabalho apresenta plataformas virtuais utilizadas em aulas de taxonomia vegetal. O estudo descreve atividades realizadas no curso de Ciências Biológicas, da Universidade Federal do Maranhão, a partir da apresentação das funcionalidades de herbários virtuais e plataformas associadas à identificação botânica. Dentre as plataformas utilizadas, destaca-se o speciesLink e o site Flora e Funga do Brasil, que é um banco de dados que compila fotos de exsicatas e do material botânico em campo, permitem a conferência de nomes científicos e chaves para identificação de gêneros e espécies. E o site “Chave para famílias do Cerrado”, que disponibiliza chaves de identificação interativas. Foram utilizadas ainda plataformas internacionais, como o NYBG Steere Herbarium. Por fim, destacamos que este trabalho ampliou o repertório morfológico dos discentes e favoreceu discussões sobre variação fenotípica e distribuição geográfica das espécies. Além disso, serve como um documento norteador para professores que buscam novas possibilidades metodológicas para as aulas, tendo em vista que as tecnologias são importantes para a divulgação do conhecimento.
Downloads
Referências
ALMEIDA JR., Eduardo Bezerra. Herbário do Maranhão, Maranhão (MAR). Unisanta Bioscience, v. 4, n. 6, p. 129-132. Edição Especial, 2015.
AMORIM, Gabriela Santos; PIRES, Camila dos Santos; SANTOS, C. R.; NASCIMENTO, A. D.; ALMEIDA JR, Eduardo Bezerra; VALLE, Mariana Guellero. Herbários como espaços facilitadores para o processo de ensino e aprendizagem. Revista Trópica: Ciências Agrárias e Biológicas, v. 11, n. 1, p. 36-45, 2019.
AMORIM, Gabriela Santos; ALMEIDA JR., Eduardo Bezerra. Taxonomia vegetal e o ensino remoto emergencial: um relato de experiência. In: Pesquisa, ensino e extensão: concepções e práticas pluralistas. Bottentuit et al. (Org.). 1ed, Santa Maria-RS, Editora Arcos, 252p. 2022.
BESSA, M. G. Montagem de Coleção Botânica para o Auxílio de Ensino de Biologia no Ensino Médio. Monografia - Trabalho de Conclusão de Curso. Ciências Biológicas do Centro Universitário de Brasília - UniCEUB, Brasília, 2011.
BRASIL-PEIXOTO, S. N. R.; JÚNIOR, G. R. C.; MORAIS, C. R. S.; DE SOUZA MENDES, R. M.; EDSON-CHAVES, B. Criação de um herbário virtual como recurso didático para o ensino de Botânica. Research, Society and Development, v. 10, n. 1, p. e52210111920, 2021.
BOUÉRES, Mariana Utta Pinto; VALLE, Mariana Guellero; ALMEIDA JR., Eduardo Bezerra. Resgate histórico do Herbário do Maranhão (MAR). Revista Trópica: Ciências Agrárias e Biológicas, v. 11, n. 1, p. 09-17, 2019.
CANHOS, D. A. L.; ALMEIDA, E. A.; ASSAD, A. L.; CUNHA BUSTAMANTE, M. M. D.; CANHOS, V. P.; CHAPMAN, A. D.; THIERS, B. speciesLink: rich data and novel tools for digital assessments of biodiversity. Biota Neotropica, v. 22, p. 1-15, 2022.
CAVALCANTE, I. C.; PEREIRA, A. F. de N.; MORAIS, C. S. de. Aulas práticas no ensino de botânica para a formação inicial de professores de ciências da natureza. Revista Brasileira de Educação em Ciências e Educação Matemática, [S. l.], v. 6, n. 1, p. 25-53, 2022.
COSTA, Daniel Ramos; SILVA, Carlos Leandro Costa; OLIVEIRA, Carla Montefusco. Uma estratégia de ensino em botânica durante o período de ensino remoto no Brasil. Acta Scientiae et Technicae, v. 11, p. 75-82, 2025.
FABRÍCIO, T. B.; PEZZO, M. R.; OLIVEIRA, A. J. A. Caminhos do Conhecimento: a experiência de um museu virtual e ao ar livre nos espaços de produção da ciência. In: 15º Congreso de la RedPOP 2017 - CONEXIONES, nuevas maneras de popularizar la ciencia, Libro de Memorias. La Plata: Universidad Nacional de La Plata, p. 1073-1077. 2017.
FOLADOR, Heloisa de Faria; JUNIOR, Pedro Donizete Colombo; OVIGLI, Daniel Fernando Bovolenta. Museus virtuais de Ciências: divulgação científica e interatividade no ciberespaço. Ensino e Tecnologia em Revista, v. 7, n. 3, p. 79-99, 2023.
MARTINS, Mariana Andrade; DUARTE, Temilze Gomes; SILVA, Ana Kelly Koch Araújo. um roteiro-guia para visitação à xiloteca do herbário UFMT. Biodiversidade, v. 22, n. 1, p. 53-66, 2023.
MEISTER, M. S. Museus virtuais como forma integradora no ensino de ciências e biologia. Dissertação (Mestrado em Ensino de Ciências e Educação Matemática) - Universidade Estadual de Ponta Grossa, Ponta Grossa, 2020.
MOREIRA, José António; SCHLEMMER, Eliane. Por um novo conceito e paradigma de educação digital online. Revista UFG, v. 20, p. 2-35, 2020.
NOGUEIRA, Eliana. Uma história brasileira da botânica. Brasília. Paralelo 15, 2000.
OLIVEIRA, L. S. C.; BENDITO, D. V.; SANTOS, N. M. R.; LUNA, K. P. O. Apresentação metodológica com uso de tecnologia digital no ensino de ciências. Revista Sustinere, v. 5, n. 1, p. 68-89, 2017.
PASINI, C.G.D.; CARVALHO, E.; ALMEIDA, L.H.C. A educação híbrida em tempos de pandemia: algumas considerações. Observatório Socioeconômico Da Covid-19 (Ose), v. 9, p. 1-9, 2020.
REFLORA. Herbário Virtual. 2018. [online] Disponível em: http://reflora.jbrj.gov.br/reflora/ PrincipalUC/PrincipalUC.do;jsessionid=D3EB64D1AF482971E08D039BB32B15B2. Acesso em 30 de agosto de 2022.
ROCHA, R. Profissionais explicam a diferença entre ensino a distância e ensino remoto. Instituto Federal de Alagoas, v, 10, Maceió, 2021. [online] Disponível em: https://www2.ifal.edu.br/noticias/profissionais-explicam-a-diferenca-entre-ensino-remoto-eensino-a-distancia#: Acesso em 30 de agosto de 2022.
SALATINO, Antonio; BUCKERIDGE, Marcos. Mas de que te serve saber botânica? Estudos avançados, v. 30, p. 177-196, 2016.
SANTOS, C. R.; SILVA, L. B.; MOREIRA, L. S.; LAURIANO, M. P.; CORTE, V. B. O Ensino de botânica na formação de professores de biologia: por que é urgente reformular teoria e prática? ACTIO, v. 6, n. 1, p. 1-22, 2021.
SANTOS, Maria Cristina Ferreira. Coleções biológicas para o ensino de ciências: o herbário didático do Instituto de Aplicação da UERJ. Cadernos do Aplicação, Rio de Janeiro, v. 6, n.1, p. 11-18, 2013.
SARRAF, Viviane. Museus para a Igualdade – Diversidade e Inclusão Como as premissas da Acessibilidade Cultural corroboram com a Função Social dos Museus. Cadernos de Sociomuseologia, v. 63, n. 19, p. 21- 30, 2022.
SILVA, E. L.; MENEZES, E. M. Metodologia da pesquisa e elaboração de dissertação. v. 123. 4. ed. rev. atual. Florianópolis, SC: UFSC, 2005.
SILVA, José Joedson Lima; CAVALCANTE, Francisco Lucas Pacheco; XAVIER, Vinicius Facundo; GOUVEIA, Luciana de Freitas Patriota. Produção de exsicatas como auxílio para o ensino de botânica na escola. Conexões-Ciência e Tecnologia, v. 13, n. 1, p. 30-37, 2019.
SILVA, Ariade Nazaré Fontes; ALMEIDA JR., Eduardo Bezerra; VALLE, Mariana Guellero. Exsicatas como recurso didático: contribuições para o ensino de botânica. Brazilian Journal of Development, v. 6, n. 5, p. 24632-24639, 2020.
SILVA, Vanessa Thomazini; AOYAMA, Elisa Mitsuko Aoyama. Imagem e educação: uso da fotografia no processo de ensino-aprendizagem de Botânica. Revista Entreideias: educação, cultura e sociedade, v. 11, n. 2, p. 69-92, 2022.
URSI, Suzana; BARBOSA, Pércia Paiva; SANO, Paulo Takeo; BERCHEZ, Flávio Augusto de Souza. Ensino de Botânica: conhecimento e encantamento na educação científica. Estudos avançados, v. 32, p. 07-24, 2018.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Thauana Oliveira Rabelo, Camila dos Santos Pires, Felipe Correa Sousa, Rhuanda Saraiva Barbosa, Ariade Nazaré Fontes da Silva, Eduardo Bezerra de Almeida Jr.

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
DECLARAÇÃO DE RESPONSABILIDADE: Certifico que participei da concepção do trabalho, em parte ou na íntegra, que não omiti quaisquer ligações ou acordos de financiamento entre os autores e companhias que possam ter interesse na publicação desse artigo. Certifico que o texto é original e que o trabalho, em parte ou na íntegra, ou qualquer outro trabalho com conteúdo substancialmente similar, de minha autoria, não foi enviado a outra revista e não o será enquanto sua publicação estiver sendo considerada pela Revista Educar Mais, quer seja no formato impresso ou no eletrônico.
O autor responsável pela submissão representa todos os autores do trabalho e, ao enviar o artigo para a revista, está garantindo que tem a permissão de todos para fazê-lo. Da mesma forma, assegura que o artigo não viola direitos autorais e que não há plágio no trabalho. A revista não se responsabiliza pelas opiniões emitidas.
A Revista Educar Mais é de acesso aberto (Open Access), sem que haja a necessidade de pagamentos de taxas, seja para submissão ou processamento dos artigos. A revista adota a definição da Budapest Open Access Initiative (BOAI), ou seja, os usuários possuem o direito de ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir, buscar e fazer links diretos para os textos completos dos artigos nela publicados.
Todos os artigos são publicados com a licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional. Os autores mantém os direitos autorais sobre suas produções, devendo ser contatados diretamente se houver interesse em uso comercial dos trabalhos.












