Cronotipia y Ritmos de Aprendizaje en la Educación Química Superior
DOI:
https://doi.org/10.15536/reducarmais.10.2026.4320Palabras clave:
Neurodiversidad, Educación Química, Ritmos de Aprendizaje, Inclusión, Flexibilización CurricularResumen
Este ensayo teórico realiza un análisis crítico sobre la intersección entre el paradigma de la neurodiversidad y la enseñanza de la Química en la educación superior, con foco en las temporalidades del aprendizaje. Partiendo de la premisa de que aprender tiene ritmo, el trabajo argumenta que la educación científica opera frecuentemente bajo una crononormatividad excluyente, desconsiderando la pluralidad de funcionamientos cognitivos. El estudio discute los fundamentos teóricos de la neurodiversidad, analiza las implicaciones pedagógicas de las diferencias de ritmo y estilo cognitivo y, con base en la teoría histórico-cultural, propone principios de flexibilización curricular y mediación dialógica. La reflexión, fundamentada en la legislación inclusiva brasileña e investigaciones recientes, defiende que una Educación Química verdaderamente inclusiva requiere la deconstrucción de modelos rígidos de tiempo y cognición, pavimentando el camino para prácticas pedagógicas más equitativas, creativas y científicamente robustas.
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