CÉREBRO, USE-O OU PERCA-O II

Autores

  • Mikael Veleda
  • Eliziane Cunha

DOI:

https://doi.org/10.15536/reducarmais.0.2015.%25p.725

Resumo

A Escola Municipal Neli Betemps da cidade de Candiota, em seu turno da noite oferece a comunidade o Ensino de Jovens e Adultos (EJA) organizado em semestres, a Totalidade 6 é nossa turma de formandos. Nossa escola busca trazer assuntos do cotidiano dos sujeitos percebidos através de discussões realizadas nos primeiros dias de aula, o que nós chamamos de grupos focais, dessas conversas construímos o trabalho coletivo de cada semestre. Durante o segundo semestre de 2014 desenvolveu-se o projeto “Cérebro, use-o ou perca-o!” nas disciplinas da área das linguagens (Português, Espanhol e Arte). O assunto surgiu no início do semestre, a partir do interesse de um aluno que comentou a respeito de alguns livros que havia lido. Partindo daí, os alunos da Totalidade 6 desenvolveram uma pesquisa sobre o cérebro: curiosidades, a sua função, o seu uso, mau uso e as consequências disso. Como manter um cérebro saudável? O que é a Neuróbica? Qual a importância da ingestão de água? Quais os benefícios dos exercícios físicos? A fé faz diferença para o nosso bem estar? Estas são algumas das questões que esta pesquisa responde. Os alunos foram à comunidade pesquisar estas questões e despertaram o interesse dos pesquisados que passaram a refletir a respeito. Este trabalho já foi apresentado no Seminário da EJA de nossa escola, além das feiras de ciências municipal e da UNIPAMPA. Nestas apresentações foi despertado o interesse da comunidade vizinha, onde recebemos o convite de apresentar nossa pesquisa no 2º Seminário da Escola Municipal São Pedro de Bagé. Concluímos que podemos envolver a comunidade em torno de um assunto de saúde pública que por ser interessante faz refletir e repensar a maneira de viver, influenciando as pessoas a mudar seus hábitos, melhorando assim sua qualidade de vida.

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Publicado

2017-08-06

Como Citar

Veleda, M., & Cunha, E. (2017). CÉREBRO, USE-O OU PERCA-O II. Revista Educar Mais, (1). https://doi.org/10.15536/reducarmais.0.2015.%p.725

Edição

Seção

Artigos