Guia online como ferramenta de formação de monitores escolares para o apoio a estudantes com TEA
DOI:
https://doi.org/10.15536/reducarmais.10.2026.4382Palavras-chave:
Transtorno do Espectro Autista, Monitores Escolares, Formação On-line, Educação Inclusiva, Tecnologias EducacionaisResumo
A ampliação de matrículas de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) na escola regular tem aumentado a demanda por profissionais de apoio, embora muitos monitores ingressem na função com poucas oportunidades de formação específica. Este estudo avaliou a aplicação piloto de um guia de formação on-line para monitores escolares, com foco na utilidade percebida e na aplicabilidade das estratégias na rotina de trabalho. Participaram 14 monitores das redes municipal, estadual e privada de Bagé/RS, em percurso formativo de três módulos no Google Forms. A avaliação combinou questionários pré e pós-formação e análise qualitativa por abordagem temática. Os resultados indicaram elevação na autoavaliação de conhecimento (média de 7 para 9, escala 1–10), com todos os participantes aptos a diferenciar crise de birra, intenção unânime de incorporar recursos visuais e satisfação global média de 9. Conclui-se que o guia on-line constitui uma alternativa viável de formação continuada para monitores, com ênfase em estratégias práticas para apoio a estudantes com TEA.
Downloads
Referências
AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-5. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2014.
BRASIL. Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012. Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 28 dez. 2012. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12764.htm. Acesso em: 24 set. 2025.
BRAUN, Virginia; CLARKE, Victoria. Reflecting on reflexive thematic analysis. Qualitative Research in Sport, Exercise and Health, v. 11, n. 4, p. 589-597, 2019. Disponível em: https://doi.org/10.1080/2159676X.2019.1628806. Acesso em: 25 set. 2025.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002. Disponível em: https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/150/o/Anexo_C1_como_elaborar_projeto_de_pesquisa_-_antonio_carlos_gil.pdf. Acesso em: 06 maio 2026.
KOKKONEN, Roselaine Luzitana Fracalossi; BARBOSA, Xênia de Castro; BATISTA, Josélia Fontenele. Inclusão escolar de estudantes com transtorno do espectro autista (TEA) na educação profissional e tecnológica: desafios e possibilidades. Revista da Faculdade de Educação, [S. l.], v. 37, n. 1, p. 29–41, 2022. DOI: 10.30681/21787476.2022.37.2941. Disponível em: https://periodicos.unemat.br/index.php/ppgedu/article/view/6103. Acesso em: 25 set. 2025.
LUNDIN, Morgana De Carli. A importância da formação de monitores para estudantes com necessidades educacionais específicas. Santa Rosa: IFFarroupilha, 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Ensino de Ciências da Natureza) — Campus Santa Rosa, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha, 2024. Disponível em: https://arandu.iffarroupilha.edu.br/handle/itemid/533. Acesso em: 26 set. 2025.
MARQUES, Jardel Delgado. O monitor de Inclusão da rede municipal de Valença/RJ: tensões e desafios da função. Revista Educação Pública, v. 23, n. 21, 2023. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/23/21/o-monitor-de-inclusao-da-rede-municipal-de-valencarj-tensoes-e-desafios-da-funcao. Acesso em: 29 set. 2025.
MINAYO, Maria Cecília de Souza (org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 18. ed. Petrópolis: Vozes, 2001. Disponível em: https://www.faed.udesc.br/arquivos/id_submenu/1428/minayo__2001.pdf. Acesso em: 06 maio 2026.
OLIVEIRA, Ana Flávia Teodoro de Mendonça; SANTIAGO, Cinthia Brenda Siqueira; TEIXEIRA, Ricardo Antonio Gonçalves. Educação inclusiva na universidade: perspectivas de formação de um estudante com transtorno do espectro autista. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 48, e238947, 2022. DOI: 10.1590/s1678-4634202248238947por. Disponível em: http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-97022022000100738&lng=pt&nrm=iso. Acesso em: 19 out. 2025.
ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL – Seccional do Distrito Federal. Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Autista. Cartilha dos direitos da pessoa autista. Brasília, DF: OAB/DF, 2015. Disponível em: web-cartilha-direitos-pessoa-autismo.indd. Acesso em: 08 mar. 2026.
VASCONCELLOS, Simone Pinto; RAHME, Mônica Maria Farid; GONÇALVES, Taísa Grasiela Gomes Liduenha. Transtorno do Espectro Autista e Práticas Educativas na Educação Profissional. Revista Brasileira de Educação Especial, v. 26, n. 4, 2020. DOI: 10.1590/1980-54702020v26e0060. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbee/a/DvgMGqGJyHFNmmLyM699XyN/?lang=pt. Acesso em: 19 out. 2025.
VOSGERAU, Dilmeire; BRITO, Glaucia da Silva; CAMAS, Nuria. PNE 2014-2024: tecnologias educacionais e formação de professores. Formação Docente – Revista Brasileira de Pesquisa sobre Formação de Professores, v. 8, n. 14, p. 103-118, 2016. DOI: 10.31639/rbpfp.v8i14.135. Disponível em: https://www.revformacaodocente.com.br/index.php/rbpfp/article/view/135. Acesso em: 25 set. 2025.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Cristiane Gonçalves Moreira, Cristiano Corrêa Ferreira

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
DECLARAÇÃO DE RESPONSABILIDADE: Certifico que participei da concepção do trabalho, em parte ou na íntegra, que não omiti quaisquer ligações ou acordos de financiamento entre os autores e companhias que possam ter interesse na publicação desse artigo. Certifico que o texto é original e que o trabalho, em parte ou na íntegra, ou qualquer outro trabalho com conteúdo substancialmente similar, de minha autoria, não foi enviado a outra revista e não o será enquanto sua publicação estiver sendo considerada pela Revista Educar Mais, quer seja no formato impresso ou no eletrônico.
O autor responsável pela submissão representa todos os autores do trabalho e, ao enviar o artigo para a revista, está garantindo que tem a permissão de todos para fazê-lo. Da mesma forma, assegura que o artigo não viola direitos autorais e que não há plágio no trabalho. A revista não se responsabiliza pelas opiniões emitidas.
A Revista Educar Mais é de acesso aberto (Open Access), sem que haja a necessidade de pagamentos de taxas, seja para submissão ou processamento dos artigos. A revista adota a definição da Budapest Open Access Initiative (BOAI), ou seja, os usuários possuem o direito de ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir, buscar e fazer links diretos para os textos completos dos artigos nela publicados.
Todos os artigos são publicados com a licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional. Os autores mantém os direitos autorais sobre suas produções, devendo ser contatados diretamente se houver interesse em uso comercial dos trabalhos.












