Critical Mathematics Education (CME): Mathematics Teacher Education Graduates’ Perspectives on Initial Teacher Training

Authors

DOI:

https://doi.org/10.15536/reducarmais.10.2026.4328

Keywords:

Mathematics Teacher Education, Emancipatory Teaching Praxis, Equity and Contextualization, Critical Awareness

Abstract

This article investigates the perspectives and understandings of Critical Mathematics Education (CME) held by graduates of a Mathematics Teacher Education program at a higher education institution located in the metropolitan region of Fortaleza, Ceará, Brazil. In light of the need for an educational approach that fosters the formation of citizens capable of interpreting and acting upon reality, CME emerges as a framework that positions Mathematics as a tool for social analysis and the exercise of citizenship. To this end, a bibliographic and documentary review on the investigated theme was conducted. Additionally, an investigation with characteristics of a case study was carried out through the application of a questionnaire via Google Forms to the program graduates. The results reveal a paradox: although participants do not demonstrate formalized knowledge of CME theory and even report not recalling having studied the topic, their pedagogical reflections and practical concerns show an intuitive alignment with the core principles of the approach. Issues such as contextualization, equity, criticism of the “banking model” of education, and the pursuit of a practice that integrates technical competence and humanistic values emerge in their statements, indicating a latent potential for critical awareness. It is therefore observed that a gap exists between the graduates’ critical sensitivity and a robust theoretical foundation, suggesting the need for greater integration of CME into teacher education curricula in order to transform this sensitivity into an emancipatory and conscious teaching praxis.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biographies

  • Allan Kaio da Costa Silva, Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará

    Licenciando em Matemática no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) campus Maracanaú, estou no 8 semestre. Na graduação, participei do Projeto Residência Pedagógica (2022-2024) e atualmente participo do do PIBIC.

  • Maria Michele da Silva, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará

    Licencianda em Matemática pelo IFCE campus Maracanaú.

  • Joelma Nogueira dos Santos, Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará - IFC

    Licenciada em Ciências com Habilitação Plena em Matemática pela Universidade Estadual do Ceará (UECE), especialista em Ensino de Matemática pela Universidade Estadual do Ceará (UECE), cuja formação está direcionada para o Ensino e a Aprendizagem da Matemática. É especialista em Gestão e Avaliação da Educação Pública pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) a qual está voltada para a Gestão do Currículo. É mestra em Ensino de Ciências e Matemática pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e doutora em Educação pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Atualmente é professora efetiva do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará, Campus Caucaia. É coordenadora do Curso Superior de Licenciatura em Matemática e do Laboratório de Matemática e Ensino (Lamate).

  • Francisco Jucivanio Felix de Sousa, Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Ceará - IFCE

    Professor permanente do Programa de Pós-Graduação em Ensino e Formação Docente da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (PPGEF UNILAB-IFCE). Professor da área de Educação Matemática no IFCE campus Maracanaú. Doutor em Ensino pela Universidade do Vale do Taquari - Univates, na linha de pesquisa de Formação de Professores, Estudo do Currículo e Avaliação (2023). Mestre em Gestão e Avaliação da Educação Pública pela Universidade Federal de Juiz de Fora - PPGP/UFJF (2016), especialista em Gestão de Políticas Publicas pela UFJF (2014) e em Ensino de Matemática pela Universidade Estadual do Ceará - UECE (2012), graduado em Administração de Empresas (2012) pela Universidade Federal do Ceará e Licenciado em Matemática (2004) pela mesma universidade.

References

ASSIS, M. A. P. de et al. A Educação Matemática e a formação de professores: o que desvela a produção acadêmica dos licenciados do IFPB Campus Cajazeiras. Revista Principia - Divulgação Científica e Tecnológica do IFPB, João Pessoa, v. 61, n. 1, p. 201-216, jan. 2024. ISSN 2447-9187. Disponível em: <https://periodicos.ifpb.edu.br/index.php/principia/article/view/6671>. Acesso em: 12 abr. 2025. doi:http://dx.doi.org/10.18265/1517-0306a2021id6671.

BIMBATI, A. P. 7 em 10 alunos no Brasil não sabem mínimo de matemática, diz prova mundial. Uol, São Paulo, 5/12/23. Educação. Disponível em: < https://educacao.uol.com.br/noticias/2023/12/05/pisa-2022-alunos-brasil-desempenho-matematica.htm>. Acesso em: 5/12/23.

BICUDO, M. A. V. Pesquisa Qualitativa e Pesquisa Qualitativa Segundo a Abordagem Fenomenológica. In: BORBA, M. C.; ARAÚJO, J. L. (Org.) Pesquisa Qualitativa em Educação Matemática. 6ª edição. Belo Horizonte: Autêntica, 2019.

BICUDO, M.A.V (org). A pesquisa Qualitativa segundo a visão fenomenológica. São Paulo: Cortez Editora, 2011.

BRASIL, Saeb traz panorama em matemática e língua portuguesa. Disponível: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/saeb-traz-panorama-em-matematica-e-lingua-portuguesa. Acesso: 18 jun. 2025.

BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC. 2017.

D’AMBRÓSIO, U. Educação para uma sociedade em transição. 3. ed. São Paulo: Livraria da Física, 2016.

DINIZ-PEREIRA, J. E. Formação de professores: pesquisas, representações e poder. Belo Horizonte: Autêntica, 2000.

Gil, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. - São Paulo: Atlas, 2002.

FIORENTINI, D. A formação matemática e didático-pedagógica nas disciplinas da licenciatura em matemática. Revista de Educação, Campinas, n. 18, p. 107-115, 2005.

FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. 85. ed. Rio de Janeiro, RJ: Paz e Terra, 2023

SKOVSMOSE, O. Educação crítica: incerteza, matemática, responsabilidade. São Paulo: Cortez. 2007.

SKOVSMOSE, O. Educação matemática crítica: a questão da democracia. Campinas: Papirus, (Coleção Perspectivas em Educação Matemática). 6ºed. 2013.

SKOVSMOSE, O. Um convite à educação matemática crítica. Campinas, SP: Papirus. (Coleção Perspectivas em Educação Matemática). 2014.

ZANDONAY, J.; SCHEFFER, F. N. Educação Matemática Crítica, Pedagogia de Paulo Freire e Tecnologias Digitais: aproximações ou distanciamentos em relação à BNCC. Boletim GEPEM, [S. l.] , n. 80, p. 100–118, 2022.

Published

2026-04-03

How to Cite

Critical Mathematics Education (CME): Mathematics Teacher Education Graduates’ Perspectives on Initial Teacher Training. (2026). Educar Mais, 10, 1-15. https://doi.org/10.15536/reducarmais.10.2026.4328