Educación especial e inclusiva en el África de habla portuguesa: un análisis comparativo de las políticas públicas y las prácticas educativas en los países PALOP
DOI:
https://doi.org/10.15536/reducarmais.10.2026.4443Palabras clave:
Educación inclusiva;, Educación especial;, Políticas públicas;, Desigualdades educativas.Resumen
Resumen Este estudio analiza comparativamente las políticas públicas y las prácticas educativas relacionadas con la educación especial e inclusiva en los países africanos de habla portuguesa (PALOP), a saber, Angola, Cabo Verde, Santo Tomé y Príncipe, Guinea-Bissau y Mozambique. La investigación examina los marcos jurídicos, institucionales y pedagógicos que rigen las políticas de educación inclusiva, bajo la influencia de las agendas internacionales promovidas por las Naciones Unidas, la UNESCO y UNICEF. Metodológicamente, el estudio es cualitativo, exploratorio, descriptivo y comparativo, basado en investigación bibliográfica y documental. Los resultados indican que los PALP han incorporado progresivamente los principios de la educación inclusiva a sus ordenamientos jurídicos. Sin embargo, persisten importantes desafíos estructurales, particularmente en lo que respecta a la formación docente, la accesibilidad, la financiación pública, los recursos especializados y la capacidad institucional. El estudio concluye que la educación inclusiva en los PALOP sigue siendo un proceso en desarrollo, condicionado tanto por los avances normativos como por las desigualdades estructurales que limitan la democratización efectiva de la educación.
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