Mathematics Education as a Practice of Affirming Rights in Youth and Adult Education: Openings for Insurgencies

Authors

DOI:

https://doi.org/10.15536/reducarmais.10.2026.4439

Keywords:

Mathematics Education, Youth and Adult Education, Ethnomathematics, Critical Mathematics Education, Decoloniality

Abstract

This theoretical essay discusses the teaching of Mathematics in Youth and Adult Education (YAE) as a field of social, political, and epistemic disputes, highlighting how School Mathematics, historically constituted under a Eurocentric rationality and presented as neutral and universal, contributes to the production of exclusions, silencing, and hierarchizations. From a decolonial perspective, grounded in the Freirean movement of denunciation, announcement, and utopia, the study problematizes the role of the discipline in reproducing inequalities and distancing learners from their own knowledge. In contrast, it presents Critical Mathematics Education and Ethnomathematics as theoretical-political pathways capable of promoting epistemological shifts by valuing cultural practices, recognizing plural rationalities, and repositioning mathematics as a language of life, reading, and transformation of the world. It thus advocates for Mathematics Education in YAE committed to social and cognitive justice and to the affirmation of rights.

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Author Biographies

  • Leonardo Maciel dos Santos, Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ

    Professor de Matemática dos anos finais do Ensino Fundamental pela Secretaria Municipal de Educação de Japeri (SEMED-Japeri). Atualmente é doutorando em educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação, Cultura e Comunicação em Periferias (PPGECC) da Faculdade de Educação da Baixada Fluminense da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (FEBF-UERJ). Mestre em Educação pelo PPGECC-UERJ e Licenciado em Matemática pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro - campus Nilópolis (IFRJ Nilópolis). Tem experiência na área de Educação Matemática, pesquisando com pessoas da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Faz parte dos programas de pesquisa MatematiQueer e GEPAEM, com interesse nas temáticas: gênero, sexualidade e marcadores sociais da diferença. Também atua como voluntário nos Pré-Vestibulares Comunitários Tereza de Benguela e Sucursinho.

  • Eduardo dos Santos de Oliveira Braga, Instituto Federal do Rio de Janeiro - IFRJ

    Professor de Matemática do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ), formado em Licenciatura em Matemática pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Especialista em Ensino de Matemática pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em Novas Tecnologias para o Ensino de Matemática pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e em Práticas Pedagógicas na Educação Profissional Integrada à Educação de Jovens e Adultos pelo Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN). Mestre em Matemática pela UFRJ e Doutor em Ensino de Ciências pelo IFRJ, com tese agraciada com Menção Honrosa no Prêmio CAPES de Tese 2023. Também fui contemplado, no ano de 2025, com o prêmio Medalha Maria Laura Mouzinho Leite Lopes, pela Sociedade Brasileira de Educação Matemática (SBEM). Atualmente, sou docente permanente do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ensino de Ciências (PROPEC/IFRJ), onde atuo na formação de professores em diálogo com perspectivas críticas, decoloniais, interseccionais e emancipatórias do ensino. Sou vice-líder do Grupo de Pesquisa CAFE - Ciência, Aprendizagem, Formação e Ensino (IFRJ) e pesquisador do grupo Laboratório Acadêmico de Produção de Vídeo Estudantil (UFPEL). Sou membro do Grupo de Trabalho 16 - Educação Matemática com Pessoas Jovens, Adultas e Idosas (GT 16), da Sociedade Brasileira de Educação Matemática (SBEM). Tenho experiência nas áreas de Ensino de Matemática, Educação de Pessoas Jovens, Adultas e Idosas e Formação de Professores, com especial interesse em abordagens que tensionem a hegemonia do pensamento eurocêntrico, abrindo espaço para epistemologias outras - populares, negras, periféricas, insurgentes. Minha prática e minha pesquisa são guiadas pelo compromisso ético e político com a transformação social por meio da educação, especialmente na construção de outras narrativas possíveis para os sujeitos historicamente marginalizados pela escola. Como nos ensina Conceição Evaristo, ''a gente combinamos de não morrer'', e é nesse pacto ancestral e coletivo que sigo escrevivendo uma docência que seja também denúncia, anunciação e reexistência.

  • Fernanda Paixão de Souza Gouveia, Instituto Federal de Educação do Rio de Janeiro - IFRJ

    Doutora em Políticas Públicas e Formação Humana pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (PPFH/UERJ,2018). Mestre em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação, Contextos Contemporâneos e Demandas Populares (PPGEDUC) do Instituto Multidisciplinar/Instituto de Educação da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ,2011). Especialista em Raças, Etnias e Educação no Brasil (PENESB/UFF, 2004), Tem Licenciatura e Bacharelado em História pela Pontifícia Universidade do Rio de Janeiro (PUC-RJ/2001) e licenciatura em Pedagogia pela Universidade Estácio de Sá-(UNESA. 2021). Experiência como docente em História na Educação Básica em diferentes sistemas de ensino público e privado, bem como na Educação Superior em disciplinas pedagógicas e políticas públicas. Atualmente é Prof, Adjunta do Departamento de Gestão de Sistemas Educacionais da UERJ/Faculdade de Educação da Baixada Fluminense. Ainda é Técnica em Assuntos Educacionais no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ) lotada na Coordenação Técnico-Pedagógica do Campus Duque de Caxias, em coordenação colegiada do Curso de Manutenção e Suporte em Informática (MSI-PROEJA). Professora colaboradora da Pós-Graduação Lato Sensu em Educação de Jovens e Adultos (EJA) deste mesmo Instituto, Campus Nilópolis. É membro do Grupo de Pesquisa Práticas, Tecnologia Digital e Inclusão na Educação de Jovens e Adultos Têm por temas de pesquisa: Ensino Médio Integrado, Educação Profissional, Institutos Federais, Educação de Jovens e Adultos, Tecnologia e Inclusão na EJA, Políticas Públicas para a Juventude, Formação e Qualificação do Trabalhador.

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Published

2026-07-29

How to Cite

Mathematics Education as a Practice of Affirming Rights in Youth and Adult Education: Openings for Insurgencies. (2026). Educar Mais, 10, 1-15. https://doi.org/10.15536/reducarmais.10.2026.4439