Uma cultura mutante: o chimarrão e seus artefatos analisados sob o viés do design vernacular e do imaginário

Alexandre Vergínio Assunção, Rafael Klumb Arnoni, Luiz Antônio Pereira Machado Júnior

Resumo


O chimarrão sofre ao longo do tempo mudanças, tanto no seu simbolismo quanto na forma dos artefatos necessários à sua utilização. Essas incorporações servem como uma rica fonte de pesquisa ao design vernacular e aos estudos do imaginário. Neste artigo trazemos uma síntese analítica sobre aspectos culturais, imaginários, simbólicos e técnicos do chimarrão através de pesquisa bibliográfica e iconográfica, no âmbito da hermenêutica simbólica - que se define como interpretação compreensiva do sentido das produções e memórias humanas (RICOEUR, 2009; DURAND, 1996), buscando-se contextualizar sua utilização nos dias atuais. As conclusões revelam que os grupos e as segmentações de uso, em um tempo histórico, sempre interpretam e reelaboram aquilo que neste campo lhes é oferecido, transformando esses artefatos em elementos heterogêneos.


Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.15536/2594-4398.2017.v1.n01.pp.29-47

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais 2017 Alexandre Vergínio Assunção, Rafael Klumb Arnoni, Luiz Antônio Pereira Machado Júnior

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição - NãoComercial 4.0 Internacional.

 

Redes sociais

Facebook: https://www.facebook.com/revistapoliedro/

Twitter: https://twitter.com/revistapoliedro/

 

 

Todos os artigos da Revista Poliedro são publicados com a licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional. Os autores mantém os direitos autorais sobre suas produções, devendo ser contatados diretamente se houver interesse em uso comercial dos trabalhos.

Licença Creative Commons